Muito além das rampas, inclusão avança em 2026 como ativo competitivo no trade

Empresários do setor de hospitalidade já começam a perceber que a acessibilidade deixou de ser apenas uma exigência normativa para se tornar um diferencial competitivo capaz de impactar diretamente faturamento, reputação e fidelização de clientes. Em um mercado cada vez mais atento à experiência do consumidor, adaptar espaços, serviços e equipes passou a ser também uma decisão de negócios.

Donos de bares, restaurantes e hotéis relatam que investir em inclusão amplia o público, fortalece a marca e antecipa uma demanda crescente, impulsionada, inclusive, pelo envelhecimento da população.

Mais do que rampas ou cardápios acessíveis, a mudança envolve cultura, atendimento e uma nova forma de enxergar o cliente.Esse movimento foi tema central do Fórum de Hospitalidade Acessível 2026, realizado nesta quinta-feira (19), com apoio institucional da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD). O evento reuniu empresários, especialistas e representantes do poder público para discutir caminhos práticos para tornar o setor efetivamente inclusivo.

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